terça-feira, 15 de julho de 2014

Comentário por Aluno 15


Aluno 26,



tua primeira versão está um pouco confusa. Primeiramente porque tu inicias teu texto falando sobre tua mãe e tuas tias e seus trabalhos como professoras e, principalmente, sobre a tua repudiação à profissão. Mais tarde, no entanto, tu alegas que escolheu fazer Letras. Assim, na tua primeira versão a unidade temática não esteve presente. Teu texto também não apresentou concretude porque tu não dá ao leitor parâmetros ou exemplos. O teu parecer também apontou isso. Já na tua reescrita, tu conseguiste introduzir uma unidade temática, visto que tu trata de apresentar tua "não vontade" de ser professora e como isso mudou com o tempo. Com isso, tu conseguiste agregar questionamento e objetividade. Ainda senti falta da concretude, porém tu escreveste muito bem e teu texto ficou bom. 




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Comentário por Aluno 15

                Primeiramente, teu texto (1ª versão - não intitulada) possui uma unidade temática. Tu falas apenas sobre o papel da literatura no ensino e qual é a sua eficiência por meio de trechos da entrevista que tu fizeste. Todavia, acredito que teu texto ficou sem "opinião" e não contextualizado. Qual tu acreditas ser o papel da literatura e sua eficiência? Acho que se tu tivesses colocado tua opinião e defendido ela através de argumentos, o teu texto teria ficado melhor. Segundo o parecer, teu texto não cumpriu as exigências do gênero reportagem e eu concordo em partes, pois acredito que tu poderia ter defendido uma tese - assim como afirmei anteriormente. Já na tua reescrita, percebi que tu conseguiste desenvolver melhor teu texto fazendo uso de tese e de contextualizações, além da entrevista. Assim, tua reescrita apresentou mais questionamento. Em suma, tu conseguiste melhorar muito o teu texto em relação à primeira versão. 


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Utilização do transporte público: o ônibus

1ª Versão
Por Morgana Wittmann Lanzarin


Após chegar a parada onde passa o ônibus que gostaria pegar basta, somente, esperar. Dez, quinze, vinte minutos deve ser o suficiente. O ônibus esperado entra no campo de visão, e, então, o braço se levanta fazendo um sinal que o motorista entende como um pedido de “pare, quero subir nesse ônibus”. Então o motorista freia, o automóvel para e as portas se abrem. Agora basta subir cerca de três degraus e, assim, você estará dentro do ônibus, rumo ao seu destino.
            Não são necessários muitos passos para que se chegue ao cobrador e à hora de pagar a passagem. Pode ser em dinheiro (R$ 2,95) ou com um cartão como o “TRI”, que precisa ser encostado em um sensor posicionado junto ao cobrador. Passado a roleta, é só escolher onde sentar: da janela é mais fácil saber quando se aproxima do local da parada, onde se vai descer, e do corredor é mais fácil de sair.         Depois de sentar é possível ler, ouvir música (com fones de ouvido), mexer no celular, dormir – o que é melhor no banco da janela –, admirar o caminho ou apenas distrair-se em seus pensamentos.
            Caso o ônibus esteja lotado, é necessário esquecer todas as opções que um passageiro sentado possui; neste caso, quando se está de pé, o melhor é escolher um local perto da porta com uma barra comprida (amarela) para segurar-se. Distrair-se ou pensar será difícil nessa posição, pois o foco para manter o equilíbrio é indispensável, dessa forma não há maneira de fazer outra coisa; são bolsas, mochilas, pastas, freadas e arrancadas bruscas (a cada parada) que tornam essa posição difícil.
            Chegando a parada mais próxima do destino desejado, puxa-se a cordinha (presa no teto) ou aperta-se o botão alojado na maioria das barras – que mais parecem canos amarelos – que estão distribuídas ao longo do veículo. O pedido de parada vem junto de um apito que avisa ao motorista o desejo do passageiro de descer. Ao ouvir o som e ao aproximar da parada, o motorista faz mais uma das suas freadas bruscas (que sacode os passageiros de pé) e para o ônibus. Dois degraus e está fora do ônibus.


Comentário por Aluno 7

                      Em sua segunda versão é notável a melhora do texto no aspecto da concretude, descrevendo os livros no aspecto físico quanto situando sua relação com eles, dando ao leitor bons parâmetros. 
                      Em comparação a sua primeira versão, a reescrita tornou-se mais clara. Todo o texto gira em torno de um mesmo assunto, a relação dos livros na sua vida, mas senti falta de um elemento que ligasse todos eles, como no caso do último paragrafo que me parece meio perdido. 




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Comentário por Aluno 9

                 No que concerne os aspectos formais do seu texto, gostaria de ressaltar que as escolhas que você fez para a reescrita, de um modo geral trouxeram clareza ao seu texto. A divisão do texto por parágrafos, e algumas trocas de escolhas de pontuação fizeram toda a diferença para o leitor ter uma referência de tempo de leitura.
                 A adição de novas frases, também foi peça chave para que a reescrita ficasse ainda melhor que a primeira versão. Dentre outros aspectos que pude reparar o léxico também foi revisto. 





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