1 Versão
Aluno 103
A
leitura de um livro. Não se trata apenas de algumas ações automáticas que
acontecem sem muito se pensar sobre. O tipo de complexidade das decisões
presentes nessa prática pode passar despercebido por alguns de nós, que podemos
estar muito acostumados com essa rotina. Decidir um título em meio a uma
infinidade de escolhas, descobrir o lugar perfeito para ficar, preparar o
ambiente e seus acompanhamentos, explorar os limites do seu corpo a cada cinco
minutos, quando a última posição já não lhe agrada mais. Ler um livro não é tão
simples.
Primeiro
passo: a escolha do título. Você olha para uma estante e todo o tipo de leitura
lhe é permitida. Sua decisão depende, é claro, de variáveis como, por exemplo:
seu tempo disponível, situação emocional em que se encontra fase da vida,
número de páginas, temática, etc. Geralmente, esse primeiro passo toma muito
tempo, seja você iniciante ou veterano no mundo literário.
Após
a escolha do título vem o segundo passo: encontrar o lugar ideal para desfrutar
sua leitura. Você talvez escolha um sofá, com almofadas bem macias. Talvez uma
cadeira reclinável ou uma poltrona. Um pedaço de grama onde bate o sol é mais
confortável que parece. Essa escolha depende muito mais do seu estado físico
que qualquer outro aspecto. Não importando o lugar escolhido, tenha a certeza
de que em cinco ou dez minutos seu corpo começará a reclamar e você descobre os
limites de sua flexibilidade.
Por
último, mas não menos importante, o terceiro passo: a preparação do seu
ambiente e dos acompanhamentos. O ambiente é um espaço criado por você para
passar os próximos minutos, ou horas, envolvido na leitura. É de extrema
importância trabalhar para tornar este espaço em algo somente seu. Torne-o
aconchegante, faça com que ele seja o mais confortável possível ou o que você
preferir. Os acompanhamentos estão
inseridos nesse ambiente e são também conhecidos por café, chá, chocolate, biscoitinhos, etc.
Após o término deste “ritual de leitura” (vale lembrar que este varia de leitor para leitor), basta abrir o livro e folhear suas páginas, mergulhando o mais profundamente possível nas histórias diante seus olhos. Injusto seria não esclarecer que existem diversos outros “métodos” de leitura, além do “ritual” aqui apresentado, mas isso é assunto para um próximo texto.
Após o término deste “ritual de leitura” (vale lembrar que este varia de leitor para leitor), basta abrir o livro e folhear suas páginas, mergulhando o mais profundamente possível nas histórias diante seus olhos. Injusto seria não esclarecer que existem diversos outros “métodos” de leitura, além do “ritual” aqui apresentado, mas isso é assunto para um próximo texto.
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